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O inchaço nas pernas, tornozelos e pés, conhecido como edema, é um sintoma comum que pode ter diversas causas. Muitas vezes, está relacionado a retenção de líquidos e problemas circulatórios, mas também pode ser um sinal de alerta para problemas nos rins.

Neste artigo, explicamos como identificar se o inchaço pode indicar doença renal, quais exames são recomendados e quando procurar um nefrologista, além de reforçar cuidados preventivos para manter a saúde dos rins.


O que causa o inchaço nas pernas?

O inchaço nas pernas pode surgir por motivos variados, incluindo:

Quando o inchaço é persistente, associado a outros sintomas, ou surge de forma rápida, é importante investigar possíveis causas renais.


Relação entre retenção de líquidos e rins

Os rins são responsáveis por filtrar o sangue e eliminar líquidos e resíduos do corpo.
Quando a função renal está comprometida, ocorre retenção de líquidos, que pode se manifestar como:

Esses sinais podem indicar insuficiência renal aguda ou crônica, síndrome nefrótica ou outras condições que afetam a filtragem dos rins.


Quando procurar um nefrologista

É importante buscar avaliação médica quando o inchaço:

O nefrologista realizará exames para identificar se a causa é renal ou se está relacionada a outros órgãos, garantindo diagnóstico preciso e tratamento adequado.


Exames recomendados para investigação renal

Para avaliar se os rins estão comprometidos, os principais exames incluem:

O diagnóstico precoce é fundamental para prevenir complicações graves e preservar a função renal.


Cuidados e prevenção

Algumas medidas ajudam a reduzir o risco de retenção de líquidos e problemas renais:

Esses hábitos aumentam a qualidade de vida e a saúde dos rins.


 Cuide da Saúde Renal com a Clínica Chocair

Na Clínica Chocair, nossa equipe de nefrologistas realiza avaliação completa, diagnóstico preciso e acompanhamento personalizado para pacientes com sinais de retenção de líquidos ou outros sintomas renais.
Nosso objetivo é prevenir complicações, tratar doenças precocemente e melhorar a qualidade de vida.

Agende sua consulta e descubra como proteger seus rins e prevenir problemas graves.


Referências bibliográficas

Sentir ardência ao urinar, idas frequentes ao banheiro e dor no baixo ventre são sinais clássicos de infecção urinária. No entanto, quando esses episódios começam a se repetir várias vezes ao ano, o problema deixa de ser um evento isolado e passa a ser classificado como Infecção Urinária de Repetição (ou Recorrente).

Mas afinal, quando o uso de antibióticos comuns já não é mais suficiente e você precisa de um especialista? Descubra neste artigo.

O que define a infecção urinária recorrente?

Médicos e especialistas definem a recorrência quando o paciente apresenta:

Se você se enquadra em um desses cenários, tratar apenas o sintoma atual não é a solução. É preciso investigar a causa raiz.

Por que a infecção volta tanto?

Existem diversos fatores que podem contribuir para que as bactérias (geralmente a Escherichia coli) colonizem o trato urinário repetidamente:

  1. Fatores Anatômicos: Alterações na bexiga ou na uretra.
  2. Hábitos de Vida: Baixa ingestão de água, segurar a urina por muito tempo, atividade sexual ou higiene inadequada.
  3. Saúde Intestinal: O intestino preso pode favorecer a proliferação de bactérias próximas à uretra.
  4. Menopausa: A queda do estrogênio altera a flora vaginal, reduzindo a proteção natural contra infecções.
  5. Cálculos Renais: Pedras nos rins podem servir como "reservatório" para bactérias.

Quando procurar um especialista?

Muitas pessoas cometem o erro de se automedicar ou buscar apenas o pronto-socorro. No entanto, o Urologista ou Nefrologista deve ser consultado se:

Diagnóstico e Tratamento Avançado

O especialista não irá apenas prescrever um novo antibiótico. A abordagem inclui:


Conclusão

Viver com o medo constante da próxima infecção urinária não é normal. A investigação especializada permite um tratamento preventivo que devolve a qualidade de vida e evita complicações graves para os rins. Se a sua infecção sempre volta, é hora de investigar a fundo.


Referências Bibliográficas:

  1. Associação Brasileira de Urologia (SBU). Diretrizes de Infecções do Trato Urinário.
  2. Gupta, K., et al. (2011). International Clinical Practice Guidelines for the Treatment of Acute Uncomplicated Cystitis and Pyelonephritis in Women. Clinical Infectious Diseases.
  3. Kranz, J., et al. (2018). The Epidemiology, Diagnostics, and Treatment of Adult Urinary Tract Infections. Deutsches Ärzteblatt International.
  4. Bonkat, G., et al. (2022). EAU Guidelines on Urological Infections. European Association of Urology.

O uso de esteroides anabolizantes para fins estéticos ou de performance esportiva tem crescido exponencialmente. No entanto, o preço pago pelo "corpo perfeito" pode ser alto, e um dos órgãos que mais sofre silenciosamente com essa prática são os rins e o fígado.

Neste artigo, vamos entender como essas substâncias afetam a função renal e por que o acompanhamento médico é inegociável.

Como os anabolizantes sobrecarregam os rins?

Os rins são os filtros do nosso corpo. Quando uma pessoa utiliza doses suprafisiológicas de hormônios, ocorre uma série de alterações metabólicas que forçam esses órgãos a trabalharem além do seu limite.

1. Hiperfiltração e Hipertensão

O uso de esteroides aumenta a massa muscular e, consequentemente, o volume sanguíneo. Isso pode levar à hipertensão arterial, que é a principal causa de danos nos pequenos vasos sanguíneos dos rins (glomérulos). Com o tempo, essa pressão elevada "esmaga" as unidades filtrantes, levando à perda de função.

2. Glomeruloesclerose Segmentar e Focal (GESF)

Estudos mostram que o uso prolongado de anabolizantes está diretamente ligado a uma condição chamada GESF. Nela, cicatrizes se formam nos filtros do rim, impedindo a filtragem correta das toxinas. O sintoma mais comum é a presença de proteína na urina (urina espumosa).

3. Nefrotoxicidade Direta

Algumas substâncias têm um efeito tóxico direto nas células renais. Além disso, o uso excessivo de suplementos proteicos, eletrólitos com alto teor de sódio e altas doses de creatina — quando somado aos esteroides sem orientação — pode elevar os níveis de creatinina e sobrecarregar ainda mais o sistema.

Sinais de alerta: Quando o rim pede ajuda

Muitas vezes, a doença renal é silenciosa. Fique atento a:

A importância do acompanhamento médico

O papel do médico é orientar o uso adequado desses suplementos e monitorar as taxas de filtração glomerular, níveis de eletrólitos e pressão arterial para evitar danos irreversíveis, como a insuficiência renal crônica, que pode levar à necessidade de hemodiálise.


Conclusão

Músculos podem ser reconstruídos, mas o tecido renal perdido por cicatrizes (fibrose) não se regenera. Antes de iniciar qualquer protocolo, priorize sua saúde e busque orientação de especialistas.

Referências Bibliográficas:

  1. Herlitz, L. C., et al. (2010). Development of Focal Segmental Glomerulosclerosis after Anabolic Steroid Abuse. Journal of the American Society of Nephrology.
  2. Hartung, R., et al. (2001). Anabolic androgenic steroids and the kidney. Current Opinion in Nephrology and Hypertension.
  3. Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Informativos sobre Nefrotoxicidade e Estilo de Vida.
  4. Almalki, M. A., et al. (2017). Anabolic Androgenic Steroid-Induced Acute Kidney Injury. Case Reports in Nephrology.

As chamadas "canetas para emagrecer" — medicamentos análogos do receptor de GLP-1 — revolucionaram o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. No entanto, com a popularização dessas substâncias, surgiram dúvidas e receios sobre seus efeitos colaterais, sendo a pancreatite um dos assuntos mais discutidos.

Neste artigo, vamos esclarecer o que a ciência diz atualmente sobre essa relação e como garantir um tratamento seguro.

O que são os análogos de GLP-1 e como agem?

Esses medicamentos simulam um hormônio que produzimos naturalmente no intestino. Eles atuam melhorando a secreção de insulina, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento gástrico.

Por agirem diretamente no pâncreas e no sistema digestivo, a preocupação com a inflamação pancreática (pancreatite) tornou-se um ponto de atenção constante para a comunidade médica.

Existe um risco real de pancreatite?

A relação entre o uso de canetas emagrecedoras e a pancreatite aguda foi intensamente estudada nos últimos anos. Aqui estão os pontos principais:

  1. Estudos de Registro: Durante os testes iniciais, foram relatados alguns casos isolados de pancreatite. Isso levou as agências reguladoras (como ANVISA e FDA) a incluírem o alerta nas bulas.
  2. Evidências Atuais: Grandes estudos de metanálise e revisões sistemáticas sugerem que o risco é muito baixo na população geral que utiliza a medicação sob orientação.
  3. Fator de Confusão: É importante lembrar que a própria obesidade e a presença de cálculos biliares (pedras na vesícula) — condições comuns em quem busca o tratamento — já são fatores de risco independentes para a pancreatite.

Sinais de Alerta: Quando suspeitar de problemas no pâncreas?

Embora raro, o paciente deve estar atento a sintomas que fogem das náuseas comuns do início do tratamento:

Ao notar esses sinais, a interrupção da medicação e a busca por atendimento médico imediato são fundamentais.

Como minimizar riscos no emagrecimento

O risco de complicações diminui drasticamente quando o tratamento segue três pilares:


Conclusão

Até o momento, os benefícios das canetas para emagrecer no controle metabólico e na redução de riscos cardiovasculares superam os riscos potenciais para a maioria dos pacientes. A pancreatite é uma complicação possível, mas rara, e o monitoramento médico é a sua maior segurança.


Referências Bibliográficas:

  1. Cao, C., et al. (2023). Glucagon-like peptide-1 receptor agonists and risk of gastrointestinal adverse events of weight loss. JAMA.
  2. Knapen, L. M., et al. (2017). Use of incretin agents and risk of acute pancreatitis: A population-based cohort study. Drug Safety.
  3. European Medicines Agency (EMA). Assessment report on GLP-1 based therapies and pancreatic safety.
  4. American Diabetes Association (ADA). Standards of Care in Diabetes — 2024.

Você sabia que a saúde dos seus rins e do seu coração está intimamente ligada? Esses dois órgãos vitais não trabalham de forma isolada; eles fazem parte de um sistema complexo e dependente. Quando um falha, o outro sofre as consequências.

Entender essa relação cardiorrenal é crucial para a prevenção e o tratamento de doenças crônicas. Neste artigo, você vai descobrir como a saúde de um afeta o outro e o que fazer para proteger essa dupla essencial.


O Eixo Cardiorrenal: Como Eles se Apoiam

Os rins e o coração interagem constantemente para manter o equilíbrio do corpo (homeostase):

Quando a Falha de um Prejudica o Outro

A doença que afeta um órgão inevitavelmente coloca uma pressão adicional sobre o outro.

1. Doenças Cardíacas que Afetam os Rins

A Insuficiência Cardíaca (IC) é a causa mais comum de problemas renais de origem cardíaca. Quando o coração não consegue bombear sangue com força suficiente, os rins recebem um fluxo sanguíneo reduzido.

2. Doença Renal que Afeta o Coração

A Doença Renal Crônica (DRC) é um poderoso fator de risco para doenças cardiovasculares.

Como Proteger o Eixo Rins-Coração

A prevenção é a melhor estratégia. As medidas para proteger o coração e os rins são praticamente as mesmas:

  1. Controle Rigoroso da Pressão Arterial: Mantenha a pressão abaixo de 130/80 mmHg, conforme orientação médica, usando medicamentos (como inibidores da ECA ou BRAs) que protegem ambos os órgãos.
  2. Controle do Diabetes: O diabetes é um fator de risco tanto para o coração quanto para os rins. Manter a glicemia dentro das metas é fundamental.
  3. Estilo de Vida Saudável:
    • Dieta: Reduza a ingestão de sódio (sal) e priorize alimentos integrais, frutas e vegetais.
    • Exercício: Pratique atividade física regularmente para manter o peso e a função cardiovascular.
    • Cessação do Tabagismo: Fumar agrava a hipertensão e acelera a aterosclerose, danificando os vasos sanguíneos em ambos os órgãos.

Se você tem histórico familiar de problemas cardíacos ou renais, ou se convive com diabetes ou hipertensão, não espere pelos sintomas. O acompanhamento com um nefrologista é essencial para a detecção precoce de alterações e a implementação de estratégias que protejam essa relação vital.

Referências Bibliográficas

O consumo de bebidas alcoólicas é muito comum durante festas e celebrações. Contudo, em meio à alegria, é crucial lembrar que o excesso de álcool pode ter um impacto significativo na saúde de órgãos vitais, incluindo os seus rins.

Esteja atento para desfrutar das festividades com moderação e consciência!


Como o Álcool Afeta a Função Renal

Os rins desempenham um papel essencial no corpo: filtram o sangue, removem resíduos e mantêm o equilíbrio de fluidos e eletrólitos. O álcool, por sua vez, pode interferir nesse trabalho de diversas maneiras:

⚠️ Atenção Especial: Se você já convive com Diabetes ou Doença Renal Crônica (DRC), o consumo de álcool deve ser ainda mais cauteloso e, idealmente, discutido com seu médico. Pacientes com diabetes já têm os rins em risco pela nefropatia diabética , e o álcool pode piorar o controle glicêmico e a pressão arterial, acelerando o dano renal.


Dicas para Proteger Seus Rins

Não é preciso abdicar totalmente do brinde, mas a moderação é a palavra-chave para proteger a saúde dos seus rins.


Conclusão: Celebrar com Consciência

As celebrações são um momento de alegria e descanso. Ao praticar o consumo consciente e moderado de álcool, e mantendo uma boa hidratação, você protege seus rins e garante que a celebração não traga consequências negativas para a sua saúde a longo prazo.

Cuide bem dos seus rins, eles são essenciais para você!



Referências Bibliográficas:

Instituto Nacional do Câncer (INCA) – https://www.inca.gov.br

Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) – https://sbn.org.br

Diretrizes da American Diabetes Association – https://diabetes.org

National Kidney Foundation – Guidelines for Diabetic Kidney Disease

O Outubro Rosa é um movimento mundial dedicado à conscientização sobre o câncer de mama — o tipo de câncer que mais afeta mulheres no Brasil e em todo o mundo. A campanha reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado, fatores que aumentam significativamente as chances de cura.

Neste artigo, vamos explicar o que é o câncer de mama, seus sintomas, fatores de risco, métodos de diagnóstico e formas de prevenção, além de mostrar como o cuidado integral com a saúde — incluindo a saúde renal — é essencial durante o tratamento.


O que é o câncer de mama

O câncer de mama ocorre quando há crescimento anormal e descontrolado das células mamárias, formando um tumor que pode ser benigno ou maligno. Quando maligno, tem potencial de invadir tecidos próximos e se espalhar para outras partes do corpo.

Embora seja mais comum em mulheres, homens também podem desenvolver a doença, representando cerca de 1% dos casos.


Principais sintomas do câncer de mama

Os sinais podem variar, mas os mais comuns incluem:

 Atenção: nem todo caroço é câncer, mas qualquer alteração deve ser avaliada por um médico o quanto antes.


Fatores de risco

Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolver o câncer de mama, como:

Manter um estilo de vida saudável e realizar exames preventivos regularmente são medidas eficazes de proteção.


Diagnóstico precoce: a importância dos exames

O autoexame das mamas é um bom ponto de partida para identificar alterações, mas não substitui os exames médicos. O diagnóstico precoce é feito através de:

Quanto mais cedo o câncer for identificado, maiores são as chances de cura e menores as complicações do tratamento.


Tratamento e cuidados integrados

O tratamento depende do estágio da doença e pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia.
Durante o tratamento oncológico, é essencial monitorar a função renal, já que alguns medicamentos podem afetar os rins.

Manter acompanhamento com um nefrologista, principalmente em casos de uso prolongado de quimioterápicos, ajuda a preservar a saúde renal e evitar complicações.


Cuide de você: prevenção é o melhor caminho

Adotar hábitos saudáveis, praticar atividade física, manter uma alimentação equilibrada e realizar exames regulares são passos fundamentais para a prevenção.
O diagnóstico precoce pode salvar vidas — e o Outubro Rosa é o lembrete anual dessa importância.


 Cuide da sua saúde com a Clínica Chocair

Na Clínica Chocair, acreditamos que a prevenção e o acompanhamento médico contínuo são essenciais para uma vida longa e saudável.
Nossa equipe está preparada para orientar pacientes sobre cuidados clínicos e renais, oferecendo atendimento humanizado e multidisciplinar.

 Agende sua consulta e cuide de quem mais importa: você.


Referências bibliográficas

A síndrome nefrótica é uma condição que afeta diretamente o funcionamento dos rins, provocando perda excessiva de proteínas pela urina e gerando diversos sintomas, como inchaço e fadiga.
Essa síndrome não é uma doença em si, mas um conjunto de sinais clínicos que indicam que os rins não estão filtrando o sangue adequadamente.

Neste artigo, você vai entender o que é a síndrome nefrótica, suas causas, sintomas, diagnóstico e opções de tratamento, além de saber quando procurar um nefrologista.


O que é a Síndrome Nefrótica?

A síndrome nefrótica ocorre quando os glomérulos — estruturas dos rins responsáveis por filtrar o sangue — sofrem algum tipo de dano.
Com isso, proteínas importantes, como a albumina, que deveriam permanecer no sangue, acabam sendo eliminadas pela urina.

Essa perda de proteínas compromete o equilíbrio do organismo e pode levar a inchaço, retenção de líquidos e aumento do colesterol.


Principais Causas da Síndrome Nefrótica

A síndrome nefrótica pode ter origens primárias, quando está relacionada a doenças que afetam diretamente os rins, ou secundárias, quando é consequência de outras condições.

Entre as causas mais comuns estão:

Em todos os casos, o acompanhamento médico é essencial para identificar a causa exata e evitar complicações.


Sintomas da Síndrome Nefrótica

Os sintomas podem se desenvolver de forma gradual ou repentina. Os mais comuns incluem:

⚠️ Esses sinais indicam que a função renal está comprometida e exigem avaliação imediata por um nefrologista.


Diagnóstico

O diagnóstico da síndrome nefrótica é feito com base em exames clínicos e laboratoriais, como:

O diagnóstico precoce é fundamental para prevenir insuficiência renal e outras complicações graves.


Tratamento da Síndrome Nefrótica

O tratamento depende da causa, mas geralmente envolve:

Além disso, é importante acompanhar periodicamente a função renal para garantir o sucesso do tratamento.


Cuidados e Prevenção

Embora nem todos os casos possam ser prevenidos, algumas medidas ajudam a proteger a saúde dos rins:

Esses cuidados reduzem os riscos de danos renais e aumentam a qualidade de vida do paciente.


 Cuide da Sua Saúde Renal com a Clínica Chocair

A Clínica Chocair conta com uma equipe de nefrologistas experientes, prontos para diagnosticar, tratar e acompanhar pacientes com síndrome nefrótica e outras doenças renais.
Com atendimento humanizado e abordagem integrada, o objetivo é preservar a função dos rins e melhorar a qualidade de vida.

👉 Agende sua consulta e tenha o cuidado que seus rins merecem.


Referências bibliográficas

Os rins são órgãos essenciais para a filtragem do sangue, eliminação de toxinas e manutenção do equilíbrio de líquidos e sais no corpo. No entanto, muitas pessoas só descobrem problemas renais em estágios avançados, quando os sintomas já estão presentes.

Por isso, é fundamental realizar exames periódicos para avaliar a saúde dos rins, especialmente se você tiver fatores de risco, como diabetes, hipertensão, histórico familiar de doença renal ou uso frequente de medicamentos que sobrecarregam os rins.

Neste artigo, explicamos quais exames são mais indicados, como interpretá-los e quando é hora de procurar um nefrologista.


 Exames laboratoriais mais comuns

1. Creatinina sérica

A creatinina é uma substância produzida pelos músculos e eliminada pelos rins. Níveis elevados podem indicar redução da função renal.

2. Taxa de Filtração Glomerular (TFG)

Calculada a partir da creatinina, idade e sexo, a TFG avalia a capacidade dos rins de filtrar o sangue. É um dos principais indicadores da função renal.

3. Ureia

A ureia é um resíduo do metabolismo das proteínas. Quando os rins não filtram adequadamente, seus níveis aumentam no sangue.

4. Exame de urina (urina tipo I ou EAS)

Avalia presença de proteínas, sangue, leucócitos ou bactérias. Alterações podem indicar doenças renais ou infecções urinárias.

5. Proteinúria de 24 horas

Mede a quantidade de proteína excretada na urina durante um dia. É essencial para detectar lesões renais precoces, mesmo quando a creatinina está normal.


 Exames de imagem

Esses exames ajudam o nefrologista a entender a estrutura e funcionamento dos rins, complementando os exames laboratoriais.


 Quando realizar os exames renais?

Você deve fazer avaliações periódicas se:

O acompanhamento preventivo aumenta significativamente a chance de diagnóstico precoce e melhora os resultados do tratamento.


 Conte com a Clínica Chocair para cuidar da saúde dos seus rins

Na Clínica Chocair, oferecemos uma abordagem completa, com avaliação clínica, exames laboratoriais, de imagem e acompanhamento especializado. Nosso objetivo é prevenir, diagnosticar precocemente e tratar doenças renais, garantindo qualidade de vida aos nossos pacientes.

Agende sua consulta e faça uma avaliação completa da saúde dos seus rins com nossos especialistas.


 Fontes e referências

A pandemia da COVID-19 trouxe inúmeros desafios à saúde mundial, especialmente para pessoas com doenças crônicas. Entre elas, a doença renal se destaca como um dos fatores de risco que exigem maior atenção. Pacientes com doença renal crônica (DRC) apresentam maior vulnerabilidade a infecções, complicações graves e até risco aumentado de mortalidade quando infectados pelo vírus.

Neste artigo, vamos explicar a relação entre a doença renal e a COVID-19, por que os pacientes renais merecem cuidados redobrados e como se proteger.


 Como a COVID-19 afeta os rins?

Estudos demonstraram que o coronavírus pode atingir diretamente os rins, causando inflamação e reduzindo sua capacidade de filtração. Além disso, a resposta inflamatória intensa provocada pela COVID-19 pode levar à lesão renal aguda, mesmo em pessoas sem histórico prévio de problemas renais.

Em pacientes que já possuem doença renal crônica, essa agressão pode acelerar a progressão da doença ou até exigir tratamento como a diálise.


 Por que pacientes renais fazem parte do grupo de risco?


 Cuidados essenciais para pacientes renais durante e após a pandemia

  1. Manter consultas regulares com o nefrologista, seja presencialmente com segurança ou por telemedicina.
  2. Seguir rigorosamente o tratamento (diálise, medicações e dieta) para evitar descompensações.
  3. Redobrar medidas de higiene e prevenção: uso de máscara em locais de risco, higienização das mãos e distanciamento.
  4. Atualizar as vacinas, especialmente contra COVID-19 e gripe, conforme orientações médicas.
  5. Monitorar sinais de alerta como falta de ar, inchaço, febre persistente e redução da urina.

 E a recuperação pós-COVID em pacientes com doença renal?

Muitos pacientes relatam sequelas renais após a infecção pelo coronavírus, como piora da função dos rins ou desenvolvimento de doença renal crônica após lesão aguda. Por isso, o acompanhamento médico após a infecção é essencial para detectar alterações precocemente.


 Conte com a Clínica Chocair para o cuidado renal completo

Na Clínica Chocair, nossos especialistas em nefrologia oferecem acompanhamento individualizado para pacientes renais, inclusive aqueles que tiveram COVID-19 e necessitam de uma avaliação detalhada da função renal.

👉 Agende sua consulta e garanta um cuidado completo e seguro para sua saúde.

Fontes Bibliográficas:

  1. Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).
    Recomendações para pacientes renais durante a pandemia de COVID-19.
    Disponível em: https://www.sbn.org.br
  2. Ministério da Saúde – Brasil.
    Orientações para pacientes com doenças crônicas durante a COVID-19.
    Disponível em: https://www.gov.br/saude
  3. National Kidney Foundation (NKF).
    COVID-19 and Kidney Disease: What You Need to Know.
    Disponível em: https://www.kidney.org
  4. American Society of Nephrology (ASN).
    COVID-19 and Kidney Involvement.
    Disponível em: https://www.asn-online.org
  5. World Health Organization (WHO).
    COVID-19 Clinical management: living guidance.
    Disponível em: https://www.who.int
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