A Doença Renal Crônica (DRC) é definida pela presença de dano renal ou pela redução da função renal por um período igual ou superior a três meses, independentemente da causa. Por ser uma patologia de caráter progressivo e muitas vezes assintomática, o diagnóstico precoce e a classificação precisa por estágios são as ferramentas mais eficazes para retardar a falência renal e reduzir o risco cardiovascular associado.
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A diretriz internacional KDIGO utiliza a Taxa de Filtração Glomerular (TFG) e a presença de albuminúria para estratificar o risco do paciente.
Nesta fase, a função de filtração está preservada, mas há evidências estruturais de lesão (como proteinúria, hematúria ou alterações em exames de imagem).
Há uma perda funcional leve. O rim ainda compensa as demandas metabólicas, mas a reserva funcional começa a diminuir.
Este estágio é o "divisor de águas". É subdividido em 3A (45-59) e 3B (30-44). Aqui, as complicações sistêmicas tornam-se clinicamente evidentes.
O paciente apresenta fadiga, edema e alterações bioquímicas graves (acidose metabólica e hipercalemia).
Fase terminal da função renal. O organismo não consegue mais manter a homeostase sem auxílio externo.
Referências Bibliográficas:


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